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Atleta contemplado do Bolsa-Talento vence Corrida da Paz

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Brasil
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O domingo (06) foi de vitória para Eduardo Silva que ocupou o 1° lugar do pódio da 4 ª Corrida da Paz, realizada no Parque do Utinga, em Belém, pela Associação dos Servidores da Polícia Federal no Estado do Pará (ASPF). O atleta é um dos contemplados no programa estadual Bolsa-Talento, coordenado pela Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel).

O corredor completou a prova de 8km em 29 minutos e comemorou mais uma conquista importante de 2019. “Esse ano foi bastante produtivo, com ótimos resultados. Em Macapá, No Campeonato de Atletismo, fui medalha de ouro na prova dos 1500m e nos 800m. Em Recife, no Campeonato Norte/Nordeste, conquistei a medalha de prata também na prova de 1500m. Em Fortaleza, nos Jogos Universitários Brasileiros, fui medalha de bronze também nesta prova. E no campeonato estadual de atletismo, obtive duas medalhas de ouro na prova dos 1500m e 800m”, disse o atleta.

Eduardo foi descoberto em Tucuruí, sudeste paraense, em 2010, através de testes realizados por uma equipe do estado de São Paulo com o objetivo de revelar novos talentos. Morou por dois anos em Bragança Paulista-SP aprimorando técnicas. Em 2013, voltou para a capital paraense e passou a treinar no Estádio Olímpico do Pará/EOP, o Mangueirão, através do projeto de atletismo com a treinadora e ex-atleta Suzete Montalvão.

 

Para Adélio Mendes, diretor do EOP, que é administrado pela Seel, “o Mangueirão é uma praça esportiva e não apenas um estádio de futebol e sua criação atende a necessidade de fomentar o esporte em diversos níveis e modalidades, o que se justifica por esses excelentes resultados”.

O Programa Bolsa Talento foi criado pela Lei 7.119, de 31 de março de 2008 pelo Governo do Estado do Pará como forma de estimular o desenvolvimento físico, social e psicológico de atletas contemplados em modalidades olímpicas, paralímpicas e amadoras.

A partir do projeto foi possível manter e aumentar o número de atletas que representam o Pará em competições regional, nacional e internacional. O critério para se tornar atleta do programa é o ranking construído a partir dos relatórios enviados pelas federações à Seel, gestora do programa.

 

 

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