Mangueirinho recebe duelo de estrelas da Superliga de Vôlei

As equipes Campinas Brasil Kirin e Sesi-SP se enfrentam em Belém nesta quarta-feira, dia 14, pela Superliga Masculina de Vôlei 2016-2017. A partida será válida pela 8ª rodada da principal competição de vôlei do país e será disputada na Arena Guilherme Paraense, o “Mangueirinho”, às 20 horas. O Campinas Brasil Kirin ocupa a 5ª colocação da Superliga, com 16 pontos. Já o Sesi-SP é o terceiro colocado, com 20 pontos.


 Foto: Bruno Miani /Inovafoto - CBV

O público paraense poderá ver de perto jogadores campeões olímpicos nos Jogos do Rio de Janeiro deste ano, como o levantador Bruninho, o central Lucão, o líbero Serginho e o ponteiro Douglas, todos do Sesi. O Sesi venceu seu último jogo por 3 a 0, com parciais de 25/23, 25/18 e 25/18, contra a equipe do Taubaté. Já o Campinas vem de uma derrota por 3 a 1 para a equipe de Montes Claros Vôlei, com parciais de 21/25, 25/18 e 25/22.


 Foto: Wander Roberto / Inovafoto - CBV

A titular da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) do Pará, Renilce Nicodemos, declarou que o jogo desta quarta-feira comprova que o Mangueirinho veio para se firmar de vez como palco de grande eventos esportivos: "A Arena Guilherme Paraense mostrou o seu valor já na sua inauguração. É um dos melhores palcos esportivos do Brasil, senão o melhor, e o público que veio para o seu primeiro evento pôde comprovar a sua magnitude. Não só o público, como também os atletas que participaram do jogo festivo de vôlei que marcou a sua inauguração viram a qualidade desta arena. Atletas experientes como os campeões olímpicos que aqui estiveram, o Marcelo Negrão, o Maurício, o Nalbert, entraram com aquela expressão de assombro no rosto pelo o que estavam vendo. Então, é com satisfação que recebemos este jogo entre o Brasil Kirin Vôlei e o Sesi-SP, em mais um evento esportivo de grande expressão nacional. A Superliga, como o principal campeonato brasileiro de voleibol, vai estar bem acomodada na Arena Guilherme Paraense e, certamente, vai sentir o carinho e a vibração de nossa torcida”, afirma Renilce Nicodemos.


 Foto: Bruno Miani / Inovafoto - CBV

A Superliga reúne 12 clubes do voleibol brasileiro, tanto no masculino quanto no feminino, e atua com aval da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Diretor-executivo da CBV, Ricardo Trade afirmou que é do interesse da confederação difundir o vôlei no território nacional. Trade afirmou que, além de levar jogos da Superliga a outros Estados, a CBV tem o desejo de realizar partidas das seleções masculina e feminina às regiões em breve.


 Foto: Wander Roberto / Inovafoto - CBV

Um dos melhores campeonatos do mundo, a Superliga de Vôlei está repleta de estrelas, com presença de vários jogadores campeões olímpicos. Na Superliga masculina, nada menos que 10 dos 12 campeões olímpicos estão em ação na competição. Três atletas estavam fora do país e decidiram voltar: o levantador Bruninho, o meio Lucão (ambos no Sesi) e o oposto Evandro (no Sada Cruzeiro). Após três temporadas na Itália, Bruninho voltou para defender o Sesi. "Tinha vontade de voltar, de estar em casa. Joguei três temporadas lá e não descarto voltar a jogar fora, mas acho que era hora de voltar. Fica a vontade de voltar para o Brasil, ficar em casa, vir para um bom projeto. Foram coisas que me fizeram acreditar e voltar, não só o dinheiro", diz o levantador.

O Sesi está com um elenco forte no campeonato, com a base mantida e as adições do calibre de Bruninho e Lucão. O repatriamento de dois campeões olímpicos é o ponto forte do time na temporada 2016/2017. Para reforçar ainda mais a equipe paulista, chegaram o levantador Bruninho e o central Lucão, que estavam na Itália e somam forças junto a outros dois campeões olímpicos do Rio 2016, o líbero Serginho e o ponteiro Douglas. Outros três fortes nomes, campeões mundiais com a seleção brasileira, foram mantidos no elenco: o ponteiro Murilo, o central Sidão, e o oposto Theo. O técnico Marcos Pacheco também segue no comando do time paulistano, que já conseguiu cinco vitórias por 3 a 0, uma por 3 a 1 e perdeu duas vezes por 3 a 2.

Já o Campinas Brasil Kirin, atual vice-campeão, também quer voltar a ser uma pedra no sapato dos favoritos. A equipe tem até agora duas vitórias por 3 sets a 0, duas por 3 a 1, duas por 3 a 2 e duas derrotas por 3 a 1. Bastante reformulado em relação ao grupo vice-campeão da temporada passada, o Brasil Kirin Vôlei disputa a Superliga 2016/2017 também sob novo comando. O argentino Horacio Dileo assumiu o grupo que ainda conta com seis novas contratações. Entre elas, a do experiente oposto Rivaldo, que é o capitão do time de Campinas nesta edição da Superliga. Outros novos jogadores são o levantador Rodriguinho, os ponteiros Diogo e Bruno Temponi, o central Matheus e o líbero Pedro. Foram mantidos no elenco, entre outros, o líbero Tiago Brendle, da seleção brasileira, e o campeão olímpico, Maurício Souza.

Ingressos - Os ingressos para o jogo entre Campinas e Sesi/SP continuam à venda nos quiosques da Bis, nos shoppings Castanheira, Pátio Belém e Boulevard. Os bilhetes para os setores A, B, C, F, G, H e I custam R$ 100 e para os setores D, E, J e L custam R$ 60. Também há meia-entrada disponível para qualquer um dos setores. A organização do evento informa que três mil ingressos do primeiro lote já foram vendidos. A expectativa de público é oito mil pessoas. Mais de 30 homens das Polícias Civil, Militar, Corpo de Bombeiros e Guarda Municipal vão atuar na partida, além de agentes de trânsito da Superintendência da Mobilidade Urbana (Semob).

Gratuidade - Sobre a gratuidade, a coordenação do evento avisa que as pessoas idosas com idade acima de 60 anos e crianças menores de oito anos podem fazer a retirada dos ingressos na bilheteria do portão 5, da Arena Guilherme Paraense, com uma e meia de antecedência e munidas do documentos de identidade.