Arena Guilherme Paraense abre nova era para esporte e cultura do Estado

Fotos: Antonio Darwich (Ascom/Seel) 

A titular da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), Renilce Nicodemos, afirmou que o público paraense aprovou com louvor a Arena Guilherme Paraense, o Mangueirinho, um dos mais modernos espaços esportivos e culturais do Brasil, que foi inaugurado em duas noites de eventos, na sexta-feira e no domingo. Para a Secretária, a Arena abre uma nova era para o esporte e para a cultura do Pará e representa um verdadeiro legado do governo do Estado para a população paraense: “A Arena Guilherme Paraense abre uma nova era para o esporte e para a cultura do Estado. É uma obra de todo o povo paraense e pelo povo foi totalmente aprovado nesses dois dias de evento. É um espaço que vai formar novas gerações de atletas e artistas e representa um legado valioso para a nossa população e para as próximas gerações”, afirmou Renilce Nicodemos.

A inauguração do Mangueirinho deixou o público entusiasmado nas duas noites de evento. No primeiro dia, na sexta (21/10), o governador Simão Jatene, a Secretária de Esportes e Lazer, Renilce Nicodemos, Oziris Paraense, filho de Guilherme Paraense e representantes da família do atleta olímpico, políticos como o senador Flexa Ribeiro, e um grande público prestigiaram a nova praça esportiva e cultural. O vice-governador do Estado, Zequinha Marinho, o deputado Marcio Miranda, presidente da Assembleia Legislativa do Estado (Alepa); parlamentares e secretários de Estado, a vice-prefeita de Belém, Karla Martins, o prefeito de Ananindeua, Manoel Pioneiro; além de autoridades locais e desportistas também estiveram presentes no ginásio. No domingo (23), o governador esteve de novo no local, junto com um público de cerca de 6 mil pessoas, que vibrou com os shows de artistas do Estado.

Localizado no complexo esportivo do Estádio Olímpico do Pará, o “Mangueirão”, em Belém, a obra da Arena Guilherme Paraense representou um investimento de R$ 94 milhões, com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e teve início em 2013. O espaço é um dos mais modernos do Brasil, sendo o primeiro do Pará e um dos cinco do país completamente refrigerado.

O Mangueirinho tem capacidade para cerca de 12 mil pessoas e uma estrutura que segue os padrões internacionais e todas as normas do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). O piso do ginásio tem um sistema anti-impacto, que amortece e reduz traumas causados por quedas. As cadeiras das arquibancadas possuem tecnologia anti-fogo e anti-mofo, mesmo material usado nos estádios brasileiros que receberam jogos da Copa do Mundo de 2014.

A tecnologia também está presente no placar eletrônico multimídia de última geração, semelhante aos usados em partidas da NBA, a liga de basquete dos Estados Unidos. O equipamento está posicionado no centro da quadra, em forma circular, conferindo ao público uma visão completa de qualquer lugar da arena.

Na sexta e no domingo, o público se divertiu com a “câmera do beijo” e com o “duelo de dança”, quando pessoas da plateia eram focalizadas e tinham suas imagens transmitidas para o placar eletrônico. Nestas ocasiões, os casais se beijavam ­- ou não - e grupos de amigos dançavam com muita animação.

A Arena dispõe ainda de sete vestiários, sendo dois masculinos, dois femininos, dois para pessoas com deficiências e um para árbitros. No local, estão disponíveis 24 banheiros (oito para pessoas com deficiência), oito bares/ lanchonetes, oito cabines de imprensa, dois elevadores, salas de serviço médico e segurança, 224 vagas no estacionamento, 11 guaritas de segurança, sistema de monitoramento com câmeras e quatro portões de acesso ao público.

O público do Mangueirinho também poderá em breve usufruir de um sistema de internet via Wifi gratuito, por meio do programa Navega Pará, desenvolvido pela Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa). A intenção do governo do Estado é ampliar a sua utilização não só para ações esportivas, mas para shows nacionais e internacionais, além de grandes eventos artísticos.

Orçada em R$ 94 milhões, com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a obra incluiu a aquisição de modernos equipamentos de informática, piso olímpico constituído de amortecedores de borracha neoprene, que ajudam a reduzir impactos e o risco de lesão dos atletas, cobertura com telhas termoacústicas, placar eletrônico multimídia de última geração e cadeiras anti-fogo, do mesmo material usado na Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil.

O consórcio Amazônia, constituída por três empresas, foi a responsável pela obra. Luiz Alberto Gomes Filho, representante do consórcio, conta que todo o projeto foi feito por engenheiros paraenses e que 95% dos trabalhadores da obra são do próprio Estado. “Isso nos orgulha muito. Porque muita gente acha que as empresas paraenses não têm condições de fazer uma obra como essa, e está aí essa belíssima obra”, reiterou.