Lançamento do livro “Auêra-Auara” relembra os quinze anos de surf na pororoca

 “Auêra-Auara - A história do surf na pororoca” é um livro que traz fotos e depoimentos emocionantes de surfistas que desafiaram o maior fenômeno das águas na Amazônia: a pororoca. O lançamento será em meio ao um coquetel e à exposição vídeo-fotográfica “Pororoca, a onda do Brasil”, na próxima terça-feira, dia 1º, às 19 horas, no galpão 3 - Boulevard de Exposições, da Estação das Docas.

Organizado por Noélio Sobrinho, um pioneiro que se tornou expert no assunto, o livro documenta a descoberta do fenômeno da pororoca pelos surfistas e as primeiras tentativas de domar a grande onda, que se eleva a quatro metros acima do nível dos rios a uma velocidade impressionante, o que redesenha o mapa ribeirinho.

Na tarde desta quarta-feira, dia 25, Noélio esteve na sede da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) para entregar um dos exemplares do livro para a titular da secretaria Renilce Nicodemos.

Desde 1999, quando houve a primeira edição do Festival da Pororoca, a Seel apoia o evento. O livro é um registro de todos esses anos. Com texto do jornalista Paulo Silber e imagens dos fotógrafos Paulo Santos, Raimundo Paccó, Rick Werneck, Dênis Sarmanho, Natinho Rodrigues, Antony Colas, Nicolas Picat e Vianey Bentes, “Auêra-Auara” revela como a temida pororoca se transformou numa generosa aliada dos surfistas na criação de eventos com cacife internacional e grande repercussão econômica e social nas cidades onde o fenômeno ocorre.

O livro é um projeto da Associação Brasileira de Surf na Pororoca (Abraspo), que registra a pororoca e os surfistas que já tentaram domar suas ondas.

Texto: Laís Freire